F1

GP às 10: 'Quadrifoglio do amor' da Alfa Romeo ensina lição: F1 devia liberar pinturas alternativas

Uma das pinturas mais audaciosas produzidas pela F1 nos últimos anos, o carro temático do Dia dos Namorados da Alfa Romeo merecia ver a luz de uma corrida. Como a F1 obriga que as equipes mantenham uma pintura para os dois carros durante toda a temporada, difícil imaginar. A F1 precisa liberar que pinturas mudem durante as temporadas e que equipes possam ter dois carros de diferentes visuais. É Pedro Henrique Marum no GP às 10
Grande Prêmio / Redação GP, do Rio de Janeiro
Um carro com a base preta, mas lotado de trevos de quatro folhas vermelhos. Foi o que a Alfa Romeo fez, de forma temática, neste 14 de fevereiro, Dia dos Namorados em boa parte do mundo. O 'Quadrifoglio do Amor', por assim dizer. Um carro arrojado, mais do que qualquer outro que foi para uma corrida oficial da F1 ao menos desde o carro do planeta, da Honda, em 2007. Por que mais pinturas assim não aparecem? Por que algumas delas servem apenas a um tema ou a alguns dias de teste? Como a F1 obriga que as equipes mantenham a mesma pintura nos dois carros durante temporadas completas, é improvável que novidades como essas surpreendam os olhos do públicos nas pistas do mundo. É a hora da F1 liberar geral nas regras de pintura, segundo Pedro Henrique Marum.

O GP às 10 é a série que traz um comentário em vídeo dos jornalistas do GRANDE PRÊMIO, sempre às 10h (de Brasília), do dia e da noite. Veja aqui todas as edições do GP às 10.